Clavulin®









Clavulin®



Amoxicilina + Clavulanato de potássio



Uso adulto e pediátrico





Formas farmacêuticas e apresentações - Comprimido revestido: Embalagens
com 12 e 18 comprimidos de 500 mg + 125 mg. Suspensão oral: Embalagens com
frascos de 75 ml (125 mg + 31,25 mg/5 ml ou 250 mg + 62,50 mg/5 ml) de
suspensão.



Composição - Comprimido revestido: Cada comprimido revestido contém:
Amoxicilina (sob a forma de amoxicilina triidratada) 500 mg; Ácido clavulânico
(sob a forma de clavulanato de potássio) 125 mg; Excipientes q.s.p. 1
comprimido. Excipientes: Glicolato de amido sódico, dióxido de silício
coloidal, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, etilcelulose,
polietilenoglicol, celulose microcristalina, opaspray branco K1-7000. Pó para
suspensão oral: Cada 5 ml de suspensão oral 125 mg + 31,25 mg contém:
Amoxicilina (sob a forma de amoxicilina triidratada) 125 mg; Ácido clavulânico
(sob a forma de clavulanato de potássio) 31,25 mg; Veículo q.s.p. 5 ml. Cada 5
ml de suspensão oral 250 mg + 62,5 mg contém: Amoxicilina (sob a forma de
amoxicilina triidratada) 250 mg; Ácido clavulânico (sob a forma de clavulanato
de potássio) 62,50 mg; Veículo q.s.p. 5 ml. Veículo:
Hidroxipropilmetilcelulose, goma xantana, aspartame, ácido succínico, aroma de
morango, aroma de laranja, dióxido de silício coloidal, dióxido de silício.



Informações técnicas



Características farmacológicas - CLAVULIN® contém como
princípios ativos a amoxicilina, quimicamente a D-(-)-alfa-amino p.
hidroxibenzil penicilina, e o clavulanato de potássio, sal potássico do ácido
clavulânico. CLAVULIN® é um antibiótico de amplo espectro, que possui a
propriedade de atuar contra microrganismos Gram-positivos e Gram-negativos,
produtores ou não de betalactamases. A amoxicilina é uma penicilina
semissintética de amplo espectro de ação, derivada do núcleo básico da
penicilina, o ácido 6-amino-penicilânico. O ácido clavulânico é uma substância
produzida pela fermentação do Streptomyces clavuligerus, que possui a
propriedade especial de inativar de modo irreversível as enzimas
betalactamases, permitindo, desta forma, que os microrganismos se tornem
sensíveis à rápida ação bactericida da amoxicilina. Ambos os sais possuem
propriedades farmacocinéticas muito equivalentes: os níveis máximos ocorrem
uma hora após a administração oral, têm baixa ligação proteica e podem ser
administrados com as refeições porque são estáveis em presença do ácido
clorídrico do suco gástrico. Tanto a amoxicilina como o clavulanato de
potássio são bem absorvidos tanto pela via entérica como pela parenteral. As
concentrações séricas de amoxicilina alcançadas com o uso de CLAVULIN®
são similares àquelas produzidas pela administração de dosagens equivalentes
de amoxicilina isoladamente. A meia-vida da amoxicilina após a administração
de CLAVULIN® é de 1,3 hora e a do ácido clavulânico é de 1,0 hora.
Aproximadamente 50% a 70% de amoxicilina e 25% a 40% de ácido clavulânico são
excretados sem modificações na urina, durante as primeiras 6 horas após a
administração de uma dose única de um comprimido de 500 mg ou de 10 ml de
CLAVULIN® Suspensão oral 250 mg. Nenhum dos componentes de
CLAVULIN® apresenta forte ligação proteica; o ácido clavulânico
apresenta um percentual de ligação proteica de aproximadamente 25%, enquanto
que a amoxicilina apresenta 18%. A amoxicilina, como a maioria das
penicilinas, pode ser detectada no leite materno. Com relação ao ácido
clavulânico, não existem dados disponíveis a esse respeito. A amoxicilina
distribui-se rapidamente nos tecidos e fluidos do corpo, com exceção do
cérebro e seus fluidos. Os resultados de experimentos envolvendo a
administração do ácido clavulânico em animais sugerem que esta substância, do
mesmo modo que a amoxicilina, é bem distribuída pelos tecidos corporais. Duas
horas após a administração de dose única de 35 mg/kg de CLAVULIN®
Suspensão oral em crianças em jejum, as concentrações médias de 3,0mcg/ml de
amoxicilina e de 0,5mcg/ml de ácido clavulânico foram detectadas em efusões do
ouvido médio. Cada comprimido revestido de CLAVULIN® (500 mg + 125 mg)
contém 0,63 mEq de potássio. Cada 5 ml de suspensão oral reconstituída de
CLAVULIN® (250 mg + 62,5 mg) contém 0,32 mEq de potássio. Cada 5 ml de
suspensão oral reconstituída de CLAVULIN® (125 mg + 31,25 mg) contém 0,16 mEq
de potássio. A amoxicilina é um antibiótico semissintético, com um largo
espectro de atividade bactericida contra muitos microrganismos Gram-positivos
e Gram-negativos. A amoxicilina é, todavia, suscetível à degradação por
betalactamases e, portanto, o espectro de atividade não inclui os organismos
que produzem essas enzimas. O ácido clavulânico é um betalactâmico,
estruturalmente relacionado às penicilinas, que possui a capacidade de
inativar uma gama de enzimas betalactamases comumente encontradas em
microrganismos resistentes às penicilinas e às cefalosporinas. Em particular,
tem boa atividade contra o plasmídeo mediador das betalactamases, clinicamente
importante para a transferência de resistência à droga. A formulação da
amoxicilina com o ácido clavulânico em CLAVULIN® protege a amoxicilina da
degradação das enzimas betalactamases, e estende de forma efetiva o espectro
antibiótico da amoxicilina por incluir muitas bactérias normalmente
resistentes à amoxicilina e a outros antibióticos betalactâmicos. Assim,
CLAVULIN® possui a propriedade única de antibiótico de amplo espectro e
inibidor de betalactamase. CLAVULIN® é bactericida para uma ampla gama
de bactérias, incluindo: Bactérias Gram-positivas: Aeróbias: Staphylococcus
aureus*, Staphylococcus coagulase negativo* (incluindo Staphylococcus
epidermidis), Enterococcus faecalis, Streptococcus pneumoniae, Streptococcus
pyogenes, Streptococcus viridans, Corynebacterium sp., Bacillus anthracis,
Listeria monocytogenes. Anaeróbias: Clostridium sp., Peptococcus sp.,
Peptostreptococcus sp. Bactérias Gram-negativas: Aeróbias: Haemophilus
influenzae, Moraxella catarrhalis* (Branhamella catarrhalis), Escherichia
coli*, Klebsiella sp.*, Proteus mirabilis*, Proteus vulgaris*, Neisseria
gonorrhoeae*, Neisseria meningitidis, Salmonella sp.*, Shigella sp.*,
Bordetella pertussis, Brucella sp., Vibrio cholerae, Pasteurella multocida.
Anaeróbias: Bacteroides sp.* (incluindo o B. fragilis). (* Incluindo cepas
produtoras de betalactamase, resistentes à amoxicilina.)



Indicações - CLAVULIN® é indicado no tratamento das infecções
bacterianas causadas por germes sensíveis aos componentes da fórmula.
CLAVULIN® é bactericida para ampla gama de microrganismos, sendo
efetivo nas seguintes condições: Infecções do trato respiratório superior
(incluindo ouvido, nariz e garganta). P. ex.: Amigdalite, sinusite, otite
média. Infecções do trato respiratório inferior. P. ex.: Bronquite aguda e
crônica, pneumonia lobar e broncopneumonia. Infecções do trato geniturinário.
P. ex.: Cistite, uretrite, pielonefrites. Infecções da pele e dos tecidos
moles. P. ex.: Furúnculos, abscessos, celulite, ferimentos infectados.
Infecções dos ossos e das articulações. P. ex.: Osteomielite. Outras
infecções. P. ex.: Aborto séptico, sepse puerperal, sepse intra-abdominal.
Embora CLAVULIN® esteja indicado apenas para os processos infecciosos
referidos anteriormente, as infecções causadas por germes sensíveis à
amoxicilina (ampicilina) também podem ser tratadas com CLAVULIN®,
devido à presença da amoxicilina em sua fórmula. Assim, infecções mistas,
causadas por microrganismos sensíveis à amoxicilina e microrganismos
produtores de betalactamases sensíveis a CLAVULIN®, não devem exigir a
adição de outro antibiótico.



Contraindicações - CLAVULIN® é contraindicado para pacientes com
história de reações alérgicas, hipersensibilidade às penicilinas, disfunção
hepática/icterícia associadas ao CLAVULIN® ou a outras
penicilinas. Deve ser dada atenção à possível sensibilidade cruzada com outros
antibióticos betalactâmicos, p. ex.: cefalosporinas.



Advertências e precauções - Antes de iniciar o tratamento com
CLAVULIN® uma pesquisa cuidadosa deve ser feita com relação a reações
prévias de hipersensibilidade às penicilinas, às cefalosporinas ou a outros
alérgenos. Reações de hipersensibilidade (anafilactoides) sérias e
ocasionalmente fatais têm sido relatadas em pacientes recebendo tratamento com
derivados penicilânicos. Estas reações são mais passíveis de ocorrer em
indivíduos com história de hipersensibilidade à penicilina e/ou história de
sensibilidade a múltiplos alérgenos. Caso ocorra uma reação alérgica,
CLAVULIN® deve ser imediatamente descontinuado e a terapia adequada
deve ser instituída. Reações anafilactoides graves requerem tratamento de
emergência com epinefrina. Oxigênio, esteroides intravenosos e assistência
respiratória, inclusive intubação, podem ser instituídos, se indicados.
CLAVULIN® deve ser evitado em pacientes com suspeita de
mononucleose, pois a ocorrência de rash cutâneo de aspecto morbiliforme tem
sido associada ao uso de amoxicilina em pacientes com esta condição. O uso
prolongado também pode, ocasionalmente, resultar em crescimento excessivo de
organismos não-suscetíveis. O prolongamento dos tempos de sangramento e de
protrombina foi relatado em alguns pacientes que estavam recebendo
CLAVULIN®. CLAVULIN® deve ser usado com cautela em
pacientes sob tratamento com anticoagulantes. Mudanças na função hepática
foram observadas em alguns pacientes que estavam recebendo CLAVULIN®. A
importância clínica destas mudanças é incerta, mas CLAVULIN® deve ser
usado com cautela em pacientes com evidência de disfunção hepática. Icterícia
colestática, que pode ser grave, mas geralmente é reversível, foi raramente
relatada. Os sinais e sintomas podem não ser aparentes por até 6 semanas após
a interrupção do tratamento. Em pacientes com disfunção renal, a dosagem deve
ser ajustada, como indicado em Posologia. Em pacientes com volume de produção
de urina reduzida, muito raramente foi observado cristalúria,
predominantemente com terapia parenteral. Durante a administração de altas
doses de CLAVULIN®, deve-se manter uma ingestão adequada de líquidos e
eliminação de urina, a fim de minimizar a possibilidade de cristalúria.
CLAVULIN® Suspensão contém 12,5 mg de aspartame por dose de 5
ml, que é fonte de fenilalanina, sendo assim, deve ser usado com cautela por
pacientes que tenham fenilcetonúria. A insuficiência renal não retarda a
excreção nem do clavulanato nem da amoxicilina. Contudo, em pacientes com
insuficiência renal moderada ou grave, a dosagem de CLAVULIN® deve ser
ajustada, conforme recomendado em Posologia. Embora CLAVULIN® possua a
característica de baixa toxicidade do grupo de antibióticos penicilânicos, um
acompanhamento periódico das funções orgânicas, incluindo funções renal,
hepática e hematopoética, é recomendado durante tratamento prolongado. A
possibilidade de superinfecções por fungos ou bactérias deve ser considerada
durante o tratamento. Se superinfecção ocorrer (usualmente envolvendo
Pseudomonas ou Candida), a droga deve ser descontinuada e/ou a terapia
apropriada instituída.



Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas - Não foram
observados efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas.



Uso na gravidez - Gravidez: Estudos de reprodução em animais
(camundongos e ratos), com CLAVULIN® administrado por via oral e
parenteral, não demonstraram efeitos teratogênicos. Em um único estudo, em
mulheres com parto prematuro com ruptura prematura da bolsa amniótica, foi
relatado que o uso profilático de CLAVULIN® pode estar associado a um
risco aumentado do recém-nato apresentar enterocolite necrotizante. Da mesma
forma que com todos os medicamentos, deve-se evitar o uso de CLAVULIN®
na gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre, a menos que seja
considerado essencial pelo médico. Lactação: CLAVULIN® pode ser
administrado durante o período de lactação. Com exceção do risco de
sensibilidade associada à excreção de pequenas quantidades no leite materno,
não existem efeitos nocivos para a criança.



Interações medicamentosas - A probenecida retarda a excreção renal da
amoxicilina. O seu uso concomitante com CLAVULIN® pode resultar em um
aumento do nível de amoxicilina no sangue, mas não do ácido clavulânico;
portanto, não é recomendado. A administração concomitante de alopurinol e
amoxicilina aumenta consideravelmente a incidência de rash em pacientes
recebendo ambas as drogas, se comparados a pacientes recebendo somente
amoxicilina. Não se sabe se esta potencialização do efeito da amoxicilina é
devido ao alopurinol ou à hiperuricemia presente nestes pacientes. Não há
dados sobre a administração concomitante de CLAVULIN® e alopurinol. Da
mesma forma que outros antibióticos, CLAVULIN® pode afetar a
flora intestinal e assim reduzir a reabsorção de estrógenos, levando a uma
redução da eficácia de contraceptivos orais combinados. A ingestão de álcool
deve ser evitada durante e por vários dias após o tratamento com
CLAVULIN®. CLAVULIN® não deve ser administrado junto com
dissulfiram. O prolongamento dos tempos de sangramento e de protrombina foi
relatado em alguns pacientes que estavam recebendo CLAVULIN®.
CLAVULIN® deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento com
anticoagulantes. Da mesma forma que outros antibióticos de amplo espectro,
CLAVULIN® pode reduzir a eficácia dos contraceptivos orais. As
pacientes devem ser avisadas quanto a este fato.



Reações adversas - Dados de estudos clínicos com grande número de
pacientes foram usados para determinar a frequência dos efeitos indesejáveis
de muito comuns a raros. As frequências associadas a todos os outros efeitos
indesejáveis (por exemplo, aqueles que ocorreram em uma frequência menor que
1/10.000) foram determinados utilizando-se principalmente dados de
pós-comercialização, e referem-se à taxa de relatos ao invés de uma frequência
real. A seguinte convenção foi utilizada para classificação da frequência:
muito comum (> 1/10); comum (> 1/100 e < 1/10); incomum (> 1/1.000 e < 1/100);
raro (> 1/10.000 e < 1/1.000) e muito raro (< 1/10.000). Infecções e
infestações: Comum: Candidíase mucocutânea. Distúrbios do sangue e sistema
linfático: Raro: Leucopenia reversível (incluindo neutropenia) e
trombocitopenia. Muito raro: Agranulocitose reversível e anemia hemolítica.
Prolongamento do tempo de sangramento e tempo de protrombina. Distúrbios do
sistema imune: Muito raro: Edema angioneurótico, anafilaxia, síndrome
semelhante à doença do soro e vasculite de hipersensibilidade. Distúrbios do
sistema nervoso: Incomum: Tonteira, dor de cabeça. Muito raro: Hiperatividade
reversível e convulsões. Convulsões podem ocorrer em pacientes com função
renal reduzida, ou naqueles recebendo altas doses. Distúrbios
gastrintestinais: Adultos: Muito comum: Diarreia. Comum: Náusea, vômitos.
Crianças: Comum: Diarreia, náusea, vômitos. Adultos e crianças: Náusea está
comumente associada a altas dosagens orais. Caso reações gastrintestinais se
tornem evidentes, elas podem ser minimizadas administrando-se a dose do
produto no início das refeições. Incomum: Indigestão. Muito raro: Colite
associada a antibióticos (incluindo colite pseudomembranosa e colite
hemorrágica). Descoloração superficial dos dentes foi relatada muito raramente
em crianças. Uma boa higiene oral pode ajudar a prevenir a descoloração dos
dentes, já que o produto pode ser normalmente removido pela escovação. Língua
pilosa negra. Distúrbios hepatobiliares: Incomum: Notou-se aumento moderado em
AST e/ou ALT em pacientes tratados com antibióticos betalactâmicos, mas o
significado deste achado ainda é desconhecido. Muito raro: Hepatite e
icterícia. Esses eventos foram observados com outros penicilínicos e
cefalosporínicos. Eventos hepáticos têm sido relatados predominantemente em
homens idosos e podem estar associados a tratamento prolongado. Crianças:
Estes eventos têm sido relatados muito raramente em crianças. Crianças e
adultos: Sinais e sintomas usualmente ocorrem durante o tratamento ou logo
após, mas em alguns casos podem não ser aparentes até várias semanas após o
término do tratamento. Estes são normalmente reversíveis. Eventos hepáticos
podem ser graves e em circunstâncias extremamente raras, mortes foram
relatadas. Estas ocorreram quase sempre em pacientes com doença subjacente
grave ou fazendo uso de outros medicamentos com conhecido potencial para
causar efeitos hepáticos indesejáveis. Distúrbios da pele e do tecido
subcutâneo: Incomum: Rash, prurido, urticária. Raro: Eritema multiforme. Muito
raro: Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, dermatite
exfoliativa bolhosa, exantema pustuloso generalizado agudo. Se qualquer reação
dermatológica de hipersensibilidade ocorrer, o tratamento deve ser
descontinuado. Distúrbios renais e urinários: Muito raro: nefrite
intersticial, cristalúria.





Posologia - Posologia para o tratamento de infecções: A posologia deve
ser aumentada a critério médico, nos casos de infecções graves, até 50
mg*/kg/dia em doses divididas de 8 em 8 horas. (* Cada 25 mg de
CLAVULIN® fornece 20 mg de amoxicilina e 5 mg de ácido clavulânico.)



Tabela posológica de CLAVULIN®



Idade                                     
Apresentação                                  Dosagem



Adultos e crianças              Comprimidos revestidos              1
comprimido

acima de 12 anos               500 mg + 125 mg                            3
vezes/dia



Crianças                                Suspensão
oral                               2,5 ml

menores de 1 ano              125 mg + 31,25 mg/5 ml               3 vezes/dia*



1-6 anos                                Suspensão
oral                               5 ml

(10-18 kg)                             125 mg + 31,25 mg/5 ml               3
vezes/dia



Acima de 6 anos                 Suspensão oral                               5
ml

(18-40 kg)                             250 mg + 62,50 mg/5 ml               3
vezes/dia





* A dose diária usual recomendada é de 25 mg*/kg/dia, em doses
divididas de 8 em 8 horas.





Os comprimidos de CLAVULIN® não são recomendados para crianças menores
de 12 anos de idade. Posologia para insuficiência renal: Adultos:



Insuficiência leve            Insuficiência moderada             Insuficiência
grave

(clearance de                   (clearance de                              
(clearance de

creatinina                        
creatinina                                     creatinina

> 30 ml/min)                     10-30 ml/min)                              <
10 ml/min)



Sem alterações               Um comprimido de                    Os
comprimidos de

na dosagem                     500 mg + 125 mg                        500 mg +
125 mg

                                            a cada 12
horas                          não são recomendados



Crianças: Reduções similares na dosagem devem ser feitas para crianças.
Posologia para insuficiência hepática: O tratamento deve ser cauteloso;
monitore a função hepática em intervalos regulares. A posologia deve ser
aumentada, de acordo com as instruções do médico, em casos de infecções
graves. Para crianças pesando 40 kg ou mais, deve ser administrada a posologia
de adulto. Instruções para reconstituição: Para preparar a suspensão, coloque
água filtrada até a marca indicada no rótulo e agite bem o frasco, até que o
pó se misture totalmente com a água. Verifique se a mistura atingiu a marca.
Agite a suspensão antes de usar. Para minimizar a intolerância gastrintestinal
potencial, administrar o medicamento no início da refeição. A absorção de
CLAVULIN® é favorecida quando o medicamento é administrado no início da
refeição. O tratamento não deve ser estendido por mais de 14 dias sem revisão.



Superdosagem - É pouco provável que, em caso de superdosagem de
CLAVULIN®, ocorram problemas. Se aparecerem, sintomas gastrintestinais
e distúrbios no balanço hidroeletrolítico poderão ser evidentes. Nestes casos,
o tratamento é sintomático. A amoxicilina pode ser removida da circulação por
hemodiálise. O peso molecular, o grau de ligação proteica e o perfil
farmacocinético do ácido clavulânico, em conjunto com informações de um
paciente com insuficiência renal, sugerem que este componente também pode ser
removido por hemodiálise. Cristalúria causada por amoxicilina, em alguns casos
levando à falência renal, foi observada (ver Advertências e precauções).



Informações adicionais - A resistência a muitos antibióticos é causada
por enzimas bacterianas que destroem o antibiótico antes que ele possa agir
sobre o patógeno. O clavulanato existente em CLAVULIN® antecipa este
mecanismo de defesa, bloqueando as enzimas b-lactamase, neutralizando, desta
forma, os organismos sensíveis ao rápido efeito bactericida da amoxicilina em
concentrações prontamente atingidas no corpo. O clavulanato isoladamente
possui baixa atividade antibacteriana; entretanto, em associação com a
amoxicilina, como em CLAVULIN®, ele produz um agente antibiótico de
amplo espectro com larga aplicação em hospitais e na clínica geral. A
farmacocinética dos dois componentes de CLAVULIN® é quase equivalente.
O pico dos níveis séricos das duas substâncias ocorre cerca de 1 hora após a
administração oral. A absorção de CLAVULIN® é favorecida no início da
refeição. Tanto o clavulanato quanto a amoxicilina têm baixos níveis de
ligação sérica; cerca de 70% permanecem livres no soro. Duplicando-se a
dosagem de CLAVULIN®, aproximadamente duplicam-se os níveis séricos
alcançados.



Venda Sob Prescrição Médica.



Fabricado por: GlaxoSmithKline México S.A de C.V. - México D.F., México.



SAC: 0800-7012233.



Registro no M.S. 1.0107.0076.



Importado por:

GLAXOSMITHKLINE Brasil Ltda.